Be Kitzur



Prazer, Mohammed!



      Qual destes foi o nome campeão de registros na Inglaterra em 2009: Jack, John, William ou Harry? Se você achou que era qualquer um destes ou algum outro de inspiração anglo-saxônica, errou. Estudos divulgados na última semana mostraram que mais de 7 mil mães inglesas batizaram seus bebês como “Mohammed” no ano passado.
      Além dos novos “Mohammeds”, há também uma legião de Ahmeds, Mahmouds, Alis e outras tantas crianças com nomes árabes no Reino Unido, acompanhando uma tendência já verificada em países como Suécia e Holanda.
      A expansão islâmica sobre a Europa não se resume ao mero domínio demográfico. Quem acompanhou a última Copa do Mundo conheceu os craques Khedira e Ötzil, provenientes de famílias da Tunísia e da Turquia. Os atletas jogaram ao lado de Müller e Klose no time 3º colocado no Mundial, a seleção alemã. Também nas artes e na política começa a emergir uma força islamizada que sai das periferias das grandes capitais já com um grande público cativo. Para quem acredita que a América Latina está alheia ao fenômeno, é recomendável uma visita ao bairro do Brás, em São Paulo.
      O alto crescimento populacional das comunidades islâmicas preocupa o Estado de Israel e os judeus pelo mundo. Uma grande quantidade de jovens muçulmanos marginalizados cultural e economicamente se torna perigosa na medida em que, impulsionados pela base religiosa, apresentam-se dispostos à violência contra a população laica tradicional e articulam-se no sentido de promover iniciativas de auto-afirmação cada vez mais contundentes, como atentados internacionais. A notícia mais amena é que as comunidades de orientação mais extremista ainda não manifestaram a capacidade de mobilização política institucionalizada – a mediação internacional europeia ainda está resguardada das recomendações do Corão.
      Enquanto os imigrantes muçulmanos afirmam sua força com o crescimento populacional acelerado, os governos seculares travam batalhas por meio das leis. Recentemente, a França deportou milhares de ciganos que viviam no país em situação irregular. O governo Sarkozy ainda aprovou uma lei que veda o uso de símbolos religiosos – leia-se “véus” – em locais públicos. A iniciativa só serve para mascarar o fenômeno em questão, mas não tem eficácia prática. A Suíça, por sua vez, proibiu a construção de minaretes em determinadas localidades. É certo que os mandatários do Velho Continente desejam reafirmar as origens nacionais, porém as medidas adotadas só geram maior discussão sobre racismo, direitos humanos e um véu (com o perdão do trocadilho) sobre um problema muito maior. Um exemplo contrário é o do prefeito de Nova York, o judeu Michael Bloomberg, que, em decisão polêmica, permitiu a construção de uma mesquita em localidade próxima ao World Trade Center.
      Numa briga entre cristãos e muçulmanos, como já diziam os profetas, sobra para os judeus. No Reino Unido, os Jacobs e Tonys não conseguiram conter o furor popular, e o ensino do Holocausto nas escolas primárias foi abolido.
      No ano 732, o prefeito-de-palácio (governante de fato) do Reino Franco, Carlos Martel, comandou a vitória cristã sobre as forças árabes na Batalha de Tours ou Poitiers, sendo conhecido como “salvador da cristandade”, por, dessa forma, evitar a consumação da expansão muçulmana sobre a Europa, que já havia se consolidado sobre a Península Ibérica. Graças ao triunfo, a Europa permaneceu sendo um continente predominantemente cristão e fundou-se a dinastia Carolíngia. Parece que, quase 1.300 anos depois, o Islã encontrou uma nova rota de entrada na Europa. Entretanto, os europeus nativos não parecem dispostos a proteger sua identidade com o mesmo vigor, e os judeus precisam se manter atentos para que não fiquem à mercê dos ânimos alheiros .

Isaac C.
Madrich de Solelim A’

Seguindo pedidos de alguns que sentiram dificuldade em compreender reportagens e principalmente noticias que envolviam a política israelense preparei um guia introdutório a política israelense o qual publicarei em partes:



1) Partes básicas da discussão de política giram em torno da segurança nacional e conseqüentemente da retenção dos territórios de Yehuda, Shomron e o Golan. Shomron e a parte norte do que é popularmente conhecido como Cisjordânia, e que so nas línguas latinas tem esse nome, em outras línguas e conhecido como “oeste jordaniano” ou no inglês é “west bank” referindo ao seu dominador anterior, a Jordânia e não como uma instituição independente. Yehuda é a parte sul desta região. O Golan são as montanhas no norte em que se encontra a fronteira com a Síria.

2)O que significa esquerda, direita e centro? Direita são os conservadores, entre eles os partidos religiosos. A direita e quem luta contra a doação(pode ler como sendo devolução, pois e assim que as pessoas entendem sem pensar que nunca tiramos dos árabes que se auto-denominaram palestinos) e segue uma linha mais dura em relação a acordos de paz. Sendo conservadora também segue uma linha rígida em relação a imigração ilegal. São exemplos de pessoas da direita israelense Menachem Béguin, Yakov Katz, Avigdor Liberman. Esquerda são os progressistas, atualmente engajados em acordos de paz mesmo que a altos custos, são lenientes em relação a imigração ilegal. No extremo da esquerda encontram se os partidos árabes. São exemplos da equerda Ehud Barak, Itzhak Rabin, Tzipi Livni(apesar do Kadima ser de centro ela particularmente apresenta conceitos da esquerda) Na extrema esquerda entre os árabes temos, Zahalka (autor da frase: “aqui é sheik munis”se referindo a Tel Aviv como ocupação) Ahmad Tibi (investigado por conexões com organizações terroristas) e Hanin Zoabi (integrante da flotilha e do Mavi Marmara)

Por Alex K.

Boguer



      AP diz que pode romper(os já desrespeitados e rompidos) acordos de OSLO em busca de Independência.

      Bispo diz em sermão no vaticano que qualidade de povo escolhido foi anulada com J.C. e agora todos são o povo escolhido de modo que não há mais terra prometida para povo escolhido irritando o ministério do exterior israelense que pediu ao vaticano que não endorse as palavras do bispo que ainda pediam o fim da “ocupação”.

      Chaver Haknesset:Yacoub Kara:”Druzos são parte das tribos perdidas”.

      Uri Blau jornalista envolvido com o caso de Anat Kam pela abertura e publicação de arquivos secretos esta de volta a Israel e deve ser ouvido em breve pelo Shin Bet.

      Karzai (Afeganistão) diz receber verbas iranianas.

      Global corruption Perception: Israel 22 no ranking dos 33 países mais corruptos.

      Usina de Bushehr no Ira entra em funcionamento e deve começar a produzir energia ate 2011.

      Ministro do interior do Hamas: “ocuparemos Haifa, Akko...”.

      Forcas israelenses se preparam para uma possível reconciliação do Hamas e Fatah.

      Shin Bet da apoio a lei que revogara a cidadania de elementos que apresentarem perigo a segurança nacional.

      Assentamentos em Shomron entram com ação contra mídia que produziu "libelo" sobre a colheita de azeitonas( mídia disse que colonos queimaram e derrubaram oliveiras de árabes...)

Por Alex K.

Boguer